Dicas para o cultivo de sementes de cannabis autoflorescentes

Embora a genética autoflorescente seja mais fácil de cultivar, é necessário garantir um mínimo para uma colheita satisfatória. Listamos algumas dicas para aproveitar ao máximo seus carros.

Deixe-os crescer ao ar livre durante os meses mais longos do ano. Embora floresçam em qualquer época do ano, para maximizar os resultados das sementes autoflorescentes da Dinafem recomenda-se cultivá-las quando terão o melhor clima possível e os dias mais longos. Em outras palavras, cresça durante os meses de verão: os meses de junho, julho e agosto no hemisfério norte, e dezembro, janeiro e fevereiro no hemisfério sul.
Exponha-os a ciclos de luz de pelo menos 18 horas por dia em ambientes fechados. Se essas sementes forem cultivadas em ambientes fechados com lâmpadas, é recomendável fornecer um ciclo de luz de pelo menos 18 a 20 horas por dia para atingir um bom crescimento. Idealmente, eles podem ser expostos a até 20 horas de luz e quatro horas de escuridão: quanto mais luz, mais rápido e maior eles crescerão.
Não faça podas radicais ou transplantes. Devido ao seu ciclo de vida curto, é aconselhável não colocá-los sob estresse, pois provavelmente não terão tempo para se recuperar e continuar seu desenvolvimento normal.

Características das sementes de cannabis autoflorescentes


As sementes de maconha autoflorescentes são verdadeiras sobreviventes. Eles se desenvolvem muito fácil e rapidamente, não são exigentes e seu cultivo é muito simples. Porque? Porque suas origens em ambientes hostis os tornaram uma raça forte e resistente e os fizeram florescer na velocidade da luz por medo de morrer.

Em termos gerais, suas principais características são:

Velocidade: seu ciclo de vida completo costuma variar entre 60 e 90 dias.
Facilidade de cultivo: não estão sujeitos a alterações de luz para florescer o que, ao ar livre, desde que recebam luz suficiente para crescer, evita que se tenha consciência das mudanças de estação.
Resistência: sua herança ruderalis lhes dá genes mais resistentes a fatores externos do que outras variedades.

Plantações de cannabis medicinal em Évora

Sob pressão norte-americana, Portugal tornou o cultivo de cannabis ilegal na década de 1960. No entanto, novos regulamentos europeus tornaram legal o cultivo de cannabis sativa novamente na década de 1990, mas de forma limitada. O cultivo só é possível com a autorização expressa do Infarmed, o organismo regulador dos medicamentos em Portugal.

O processo de autorização é tão complicado que hoje pouco mais de uma dezena de pequenos produtores cultivam cânhamo para fins industriais. Eles reclamam que a Polícia não tem conhecimento da lei e muitas vezes procede com a apreensão e destruição de plantas que são legais.

Enquanto as autoridades bloqueiam a passagem de produtores legais, a administração portuguesa aprovou recentemente iniciativas estrangeiras, e desde 2014 a empresa Terra Verde – da qual participa a farmacêutica britânica GW Pharmaceuticals – tem autorização governamental para explorar uma plantação de cannabis sativa a poucos quilómetros da cidade alentejana de Évora.

100% da cannabis produzida nas suas instalações é transformada em pó que depois é exportada para as instalações da farmácia no Reino Unido, onde é utilizada em medicamentos destinados ao tratamento de doenças oncológicas, esclerose múltipla e epilepsia. Entre outras drogas, a GW Pharmaceuticals produz o Sativex, uma solução oral destinada na Espanha a pacientes com esclerose múltipla para reduzir a rigidez muscular.

O sucesso da operação da Terra Verde no Alentejo tem atraído outras empresas estrangeiras. O Infarmed, entidade reguladora de medicamentos portuguesa que também é responsável por autorizar a actividade relacionada com o cultivo de cannabis sativa, indica ao EL ESPAÑOL que estão a avaliar dois projectos apresentados por uma empresa israelita e outra canadiana para unidades de cultivo, produção e planta purificação. As operações das três empresas representam um investimento total de 107 milhões de euros em Portugal.

Para além das empresas farmacêuticas, grandes grupos de capitais de investimento, como o American Privateer Holdings – o maior grupo privado do mundo dedicado ao desenvolvimento do mercado legal de cannabis – manifestaram o seu interesse em lançar operações em Portugal. No passado mês de Outubro o CEO da empresa, Brendan Kennedy, anunciou que estava a negociar com o Governo português o investimento na jovem indústria do país com fábricas de tratamento de cannabis cultivada por terceiros.

A abundância de pólen na planta Cannabis pode ajudar a aumentar a população de abelhas.

Um estudo da Universidade Cornell descobriu que a planta Cannabis Sativa pode atrair até 16 espécies de abelhas. E quanto maiores as plantas, maior a diversidade de visitantes que terão.
Apesar de não ter néctar, as abelhas são atraídas pela grande quantidade de pólen produzido pelo cânhamo (planta derivada da Cannabis Sativa).
Além disso, a altura da planta está fortemente correlacionada com a abundância de abelhas, pois segundo o estudo, plantas de cânhamo que medem dois ou mais metros podem atrair um número maior de abelhas do que plantas baixas.
No total, foram encontradas 16 variedades diferentes de abelhas que enxamearam a cultura