Flurona, a nova fusão que preocupa a sociedade

No que diz respeito às novas mutações, com o ano novo, também chegou um novo vírus. 2022 começou com uma nova composição do coronavírus, que está com o mundo em espera desde o final de 2019. Desta vez, é uma combinação do COVID-19 com a gripe comum (influenza).

Agora que o omicron se fundiu com a gripe e deu origem à variante do fluron, que também apresentou sintomas leves, primeiro os cientistas israelenses e depois os dignitários sugerem a imunidade coletiva como uma opção. Por exemplo, Nachman Ash, diretor-geral do Ministério da Saúde de Israel, disse que agora é possível que a imunidade coletiva seja alcançada como resultado do nível significativo de infecções.

O principal oficial de saúde do país espera que as infecções diárias em Israel atinjam níveis recordes nas próximas três semanas. O primeiro caso diagnosticado foi em uma jovem grávida. Embora tenha sido detectado em 30 de dezembro, foi somente no início do novo ano que a notícia foi divulgada.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou que o coronavírus não será erradicado, mas se tornará tão comum quanto a gripe. E o flurone mostrou que eles podem até mesmo se fundir. Diante disso, prevalecem duas posições: a necessidade de ser vacinado à medida que surgem mais variantes ou de permitir que a imunidade do rebanho seja gerada por exposição natural e resistência.

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